Considerada o termômetro da economia, a Construção Civil gera empregos e melhorias de áreas como infraestrutura e habitação. No Brasil, cerca de 13 milhões de pessoas trabalham no setor, em empregos formais, informais e indiretos.

Os investimentos em obras impulsionam áreas importantes para o desenvolvimento urbano e a construção de mais moradias diminui o déficit habitacional, a ampliação do saneamento básico melhora as condições de saúde e a expansão da mobilidade urbana favorece os cidadãos na qualidade de vida.

A Construção e a Economia Brasileira.

Além disso, conforme as pessoas voltam a trabalhar, suas famílias recuperam a capacidade de consumo e o comércio ganha força nas vendas aumentando a demanda da indústria. Com tudo isso, o Governo brasileiro também ganha: a cada R$100 investidos na construção, R$ 25 voltam aos cofres públicos.

“A construção civil é uma forte empregadora. Diferente de outros setores, como o automobilístico, por exemplo, é uma atividade na qual a mão de obra humana é muito necessária. Nesse aspecto, ela é fundamental na retomada da economia”, avalia o presidente do Secovi-SP, Flavio Amary.

A Construção e a Economia Brasileira

Por esses motivos, a Construção Civil é um espelho da economia. Em 2010, no aumento do PIB do Brasil em 7,5%, o PIB da construção cresceu 13,1%. Em 2014, último ano em que o PIB brasileiro registrou variação positiva (0,5%), o PIB da Construção ficou em 2,1%, conforme dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção.

Por isso, ao menor sintoma de melhora, é na construção civil que aparecem os primeiros resultados positivos. Mas, para que esse ciclo seja retomado, são necessários investimentos. A recuperação do nível de emprego dos trabalhadores nas obras é um dos principais fatores para que a economia retome seu crescimento.

 

*Fonte: G1